Tentativas quase certas de ser quase feliz, por Emiele

REFLEXÕES QUASE MALUCAS SOBRE BELA MÚSICA

Por Emiele *

A gente vive de tentativas quase acertadas.
A gente quase erra… quase acerta tudo!
Quase adoece… quase morre…
Quase enlouquece. Ensaia.

Estamos quase todos no mesmo barco…
Ainda bem que temos esta beiradinha para dependurar
E ficar quase a cair… sem cair de verdade.

Ainda bem que podemos experimentar o quase…
Só nunca podemos desistir de tentar ser “quase” feliz.

* Emiele é pseudônimo da poeta Mariza Horta. O texto foi encaminhado pelo Marcos Machado e se refere à composição do Luis Tatit, Quase, que pode ser assistida aqui.

A imagem que escolhi para valorizar o post é do ilustrador em papel Carlos Meira. Clique nela para ver a ampliação do trabalho desse artista fantástico.

4 comentários em “Tentativas quase certas de ser quase feliz, por Emiele

  • 25 de novembro de 2009 em 10:31
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    Sempre vamos lá por tentativas !!!

    Tantos caminhos indicados:

    – Ser feliz pela poesia;
    – Ser feliz pela música;
    – Ser feliz pelas artes. …

    Sem dúvida e inconscientemente você nos apresenta meios para encontrar o nosso caminho para a felicidade (pelo menos, relativa). Adorei e vou entrar “nessa aventura”.

    Gostei do blogue e… pode crer…voltarei “a beber” de tudo isto e… tentarei dessiminar tudo o que aqui vier mexer comigo, como….
    – navegar nessa nau de papel (sonhando)

    “Faça o favor de ser feliz”

    Resposta: Grata, José, pelo brilho e pelo carinho que emanas d’Além Mar.

    Resposta
  • 24 de novembro de 2009 em 18:01
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    Fui olha o siteo desse cara do papel Luis meira e fiquei babando, ele e um abençoado, e um talento.

    Resposta
  • 23 de novembro de 2009 em 23:44
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    É o que sempre digo aqui, e me perdôe se já estou enchendo a tua psciência: me impressiona tua capacidade em escolher as imagens pra ilustrar teus posts. Você é uma craque neste quesito. Sei lá, tinha que ser mulher pra isso? Tem muito “barbado” famoso aí na rede que leva um “banho”. Você nunca é óbvia, menina…

    Resposta: Não seria mais o caso de sensibilidade, aquelas coisas de hemisfério direito e esquerdo dos nossos cérebros, deliciosamente tão diferentes, Mr. Paul?

    De todo o modo, obrigada – de novo! – pela nem tão ‘menina’ assim. rsrs

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