Espanhóis com dificuldades recíprocas para entrar no Brasil

Turismo entre Brasil e Espanha

RECIPROCIDADE NO ROLO

A Cachaça da Happy Hour

No momento em que eles mais precisam de nós do que nós deles, os espanhóis que viajarem ao Brasil a partir de segunda, dia 2 de abril, serão submetidos às mesmas exigências que a Espanha impõe aos brasileiros. A reciprocidade será adotada após seguidas rejeições de brasileiros que tentaram entrar na boa naquele país ibérico.

Assim, por causa do rolo que eles próprios aprontaram, os turistas que chegarem ao Brasil deverão apresentar passaporte válido por no mínimo seis meses, passagem de ida e volta, e documento de reserva em hotel ou carta-convite, em caso de estadia em uma residência, com assinatura do anfitrião autenticada em cartório.

Além disso, o turista espanhol deve comprovar renda correspondente ao tempo de permanência no Brasil (R$ 170 por dia), por meio da apresentação de fatura do cartão de crédito, por exemplo.

Para barrá-lo, os agentes federais tomaram como base a decreto 86.715, de 1981, que trata da situação jurídica do estrangeiro no Brasil. O artigo 51 diz que o estrangeiro pode ser impedido de entrar por falta de documentação.

BARRADA

No início de março a brasileira Dionísia Rosa da Silva, 77, que pretendia visitar a filha foi retida por três dias no aeroporto de Madri, na Espanha.

Ao desembarcar com a neta no aeroporto de Barajas, as duas chamadas para uma entrevista com um oficial da imigração. A polícia espanhola afirmou que a filha e o genro de Dionísia vivem em situação irregular na Espanha, e que isso foi determinante para não deixá-la entrar.

Além disso, a polícia diz que ela não tinha dinheiro e nem apresentou extrato bancário que comprovasse ter os 70 euros por dia de permanência, mínimo exigido pela Espanha. A neta que viajava com a avó foi liberada.

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