Discos de vinil reciclados na decoração de ambientes
Revoadas de borboletas que parecem eclodir de antigos toca-discos – ou vitrolas – fixados na parede ou de um cantinho no chão. Este frenético efeito visual está entre as mais criativas soluções encontradas para a decoração de ambientes com a reciclagem dos velhos discos musicais de vinil.
A autoria é do artista plástico norte-americano Paul Villinsky, de 50 anos, que vem se notabilizando especialmente pelos jogos de luz e sombra obtidos com os long-plays recortados também na forma de pássaros negros e detalhes coloridos das etiquetas. O movimento cenográfico é alcançado com o uso de delicadas hastes que mantém as peças afastadas da parede.
O que mais impressiona é a simplicidade da confecção do conjunto da obra que pode ser visto em inúmeras imagens aqui, em seu site pessoal.

























Olá, tens como passar passo a passo de como fazer esse tipo de decoração de borboletas…
obrigada!!
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gostaria de comprar
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YURI disse:
22 de março de 2012 às 11:16
Oi Rose.
Estão vendendo, por exemplo, no endereço abaixo um set com 5 borboletas por 20 dólares, o que sai a 4 cada unidade. Caro? Me parece bem mais barato meter mãos à obra e fazer em casa mesmo. Além de ser mais divertido, não acha?
Aqui: http://www.etsy.com/listing/92763467/vinyl-record-butterfly-wall-hangings
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Ola amigo…
Obrigada pelas otimas dicas…
Pelo que entendi damos a forma que desejarmos ao disco de vinil com a maquininha de retifica fazendo pequenos furos sucessivos… seguindo o molde de papel ja colado dobre o disco de vinil… depois polimos para ficar lisinho… seria isso?
Tenho medo de comprar o equipamento e nao saber utilizar…
abracos!
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YURI disse:
9 de março de 2012 às 15:57
Não! Você não faz sequências de furos, Marcelle. É muito melhor: você sai recortando o material ao seu belprazer. Pode até fazer furos, se quiser, caso componham o visual do desenho escolhido.
A maquininha não é uma furadeira fixa. Ela é manual, móvel, e você pode sair desenhando ou desbastando as superfícies de tudo quanto é tipo de material – como vinil, acrílicos, plásticos, garrafas PET, madeiras, MDF, chapas de metais macios, latão, cobre, alumínio etc etc etc.
Até ouro e prata! O que significa que você vai poder polir suas belas joias que estejam um pouco arranhadas pelo uso constante.
Se você comprar umas fresinhas com ponta diamantada, pode até fazer desenhos de flores em baixo relevo ou o que queira sobre a superfície de vidros e por aí afora. Eu uso mais de 100 limas rotativas e fresas de variados perfis. Vivo disso.
Este equipamento é extremamente versátil para quem gosta ou se dedica a trabalhar ou desenvolver projetos de artesanato. Tem 12 velocidades reguláveis e ainda pode ser adaptado a pedal acelerador.
Como te disse acima, Marcelle: sendo o caso, dá até para viver desse tipo de equipamento. É o meu caso, já que o utilizo na fabricação de componentes de grandes placas e painéis para casas comerciais, como vamos mostrar em breve aqui no site.
Assista ao vídeo demonstrativo no YouTube que você vai entender direitinho, ok? Nesta página que vai abrir tem vários links com mais vídeos sobre outras aplicações. Abraços.
Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=adDU-5HXgB8
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Ola amigo… adorei a ideia com os dicos de vinil… me ajude por favor… como faço para dar movimento nas borboletas, ou seja, dobrar um vinil não é nada facil… para q as borboletas não fiquem chapadas na parede… e sobre o corte é feito com a tesoura mesmo? e depois passa a lixa?
obrigada querido…
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YURI disse:
8 de março de 2012 às 16:46
Oi, Marcelle. Para te ajudar vou colar uma dica que já havia dado num outro post sobre relógios de vinil.
Essas borboletas, assim como outros perfis – não só de vinil, como de acrílico ou MDF, por exemplo –, para quem tem muita bala da agulha e um esquema industrial por trás, são cortadas na base de pantógrafos ou raios laser, que são máquinas bastante caras para produção em larga escala.
Não dá para usar tesouras manuais nem tentar o corte a quente, tipo derretendo o material. Não dá certo.
Para quem gosta de se dedicar à fabricação artesanal, o ideal é usar umas maquininhas muito versáteis e baratas que chamamos de MICRORRETÍFICAS ROTATIVAS, parecidas com aquelas usadas por joalheiros e gravadores de vidro ou placas comemorativas de metal.
Depois de desenhar direto na superfície do disco ou colar um molde adesivo impresso em computador ou mesmo feito à mão, você pode sair esculpindo a peça com as fresas ou limas rotativas fixadas na ponta do equipamento. É super jeitoso de se trabalhar.
Sem qualquer interesse comercial nisso, podemos indicar os aparelhos da marca DREMEL, que são de ótima qualidade e fácil manutenção para esse tipo de trabalho como uma infinidades de outros. Nós mesmos, inclusive, utilizamos alguns deles em nosso atelier.
Dê uma olhada aqui para conhecê-los e também o kit de acessórios que acompanha o estojo:
http://www.dremel.com.br/ferramentas/serie300.html
Estão à venda em várias lojas de ferramentas e de produtos eletrônicos. A Casa & Vídeo normalmente oferece o equipamento em boas condições de preço final – na faixa de R$ 199,00 financiáveis – parece que devido aos grandes volumes que costuma comercializar. Confira no link abaixo mas não deixe de consultar outros fornecedores:
http://www.casaevideo.com.br/Parafusadeiras-e-Microrretificas/4-18-2464-95157/Microrretifica-10-Acessorios-Serie-300-Dremel.html
Leia mais em: http://www.materiaincognita.com.br/relogios-de-parede-com-discos-de-vinil-reciclados/#ixzz1oYOLO3bN
Na ponta dessas maquininhas tem pinças para fixação das limas rotativas e fresas, que podem ser adquiridas na medida certa em lojas de ferramentaria ou de brocas para dentistas. Também há lixas giratórias acompanhando os kits. O polimento é feito com escovinhas de feltro (rotativas) impregnadas com cera de polimento para acrílicos.
Tudo isso se encontra com facilidade em casas especializadas em grandes centros urbanos. É só pesquisar, ok?
E agora o melhor: dobrar o vinil é a coisa mais fácil do mundo, sim senhora! (rsrsrs)
Como se faz? Alinhe a peça ao longo da posição da dobradura na borda de uma mesa de quina reta e viva, tipo fórmica, por exemplo. Na metade sobre a mesa ponha um peso ou alguém segurando e mantenha a outra banda para fora, no ar.
Agora é que vem: sobre a peça, diretamente no ponto onde fica a quina da mesa, aplique um pouco de calor com o seu secador de cabelos. Vá esquentando a uma distância segura até que o vinil comece a amolecer. Aí você faz a dobra, ajusta no ângulo desejado e mergulha numa bacia ou molha na torneira para esfriar. Pronto.
Você pode fazer dobras em ângulos agudos ou arredondados, isso fica ao seu gosto. É só testar antes com algumas pontas ou sobras do material cortado. Tem várias maneiras de fazer isso.
Enfim, espero que tenha sido útil, Marcelle. Boa sorte e, qualquer coisa, grite por help.
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Amei. Assim nunca tinha visto. Muito criativo. Nem vou tentar fazer pois vai além da minha capacidade. Bjs, parabéns.
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[...] o cara é o papa neste gênero de trabalho com as bolachas pretas, assim como Paul Villinski é quem manda quando o assunto é borboletas na decoração de ambientes com o mesmo [...]
bom dia,
adorei essas borboletas de vinil. futuramente vou fazer uma festa para minha filha e estou colecionando material para esta festa, que dos anos dourados. por favor me envia o molde ou quanto custa. estou ansiosa pelo resultado.
obrigada
isamar
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Yuri Vandereer disse:
16 de novembro de 2011 às 13:14
Nós não temos modelos prontos para fornecer, Isa. O que costumamos fazer é pesquisar ideias de moldes, contornos e desenhos vetoriais diretamente da rede.
Para isso, fazemos buscas por palavras-chave em inglês, tipo butterfly + silhouette, shape, stencil e vector, por exemplo, porque nos sites lá de fora tem muito mais opções do que por aqui.
Aí salvamos as imagens, ampliamos os modelos escolhidos até o tamanho que caiba na superfície do disco e imprimimos. Depois é só recortar com a tesoura, passar cola permanente (dessas que vende em potinhos nas papelarias), grudar o molde sobre o vinil, fazer o desbaste dos contornos com uma micro-retífica e dar o acabamento com lixa d’água molhada de grão fino.
Não tem muitos mistérios nisso. Veja, por exemplo, a dica que dei abaixo no comentário da Marilsa Assis.
Se ajudar, você pode também consultar esses três links:
http://www.easyvectors.com/browse/animals/black-butterfly-silhouettes-free-vectors
http://freephotoshop.org/2010/11/butterfly-shapes/
http://webdesignerlab.com/resources/free-butterfly-shapes
Qualquer coisa entre novamente em contato, combinado? Boa sorte.
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Favor me enviem o passo a passo para fazer as borboletas amei a ideia!
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YURI disse:
14 de novembro de 2011 às 08:48
Oi Giane. Veja a resposta abaixo no comentário da Marilsa Assis. Abs.
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achei líndo, poderia me enviar o passo a passo.
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YURI disse:
3 de novembro de 2011 às 20:59
Elssa, dei uma dica no comentário da Marilsa, logo aí abaixo. Dê uma olhada nos links. ; )
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[...] Veja mais sobre os discos de vinil transformados em artes no site www.materiaincognita.com.br [...]
[...] é uma daquelas sacadas geniais do mestre Paul Villinski, em mais uma alegoria de sua famosa série artística que, neste caso — suponho, só pode –, simboliza a música emanando de instrumentos de [...]
Perfeitoooooo!
Parabéns.
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PERFEITO! Poderia me enviar o passo a passo decoração borboletas com disco? Aguardo… Obrigada!
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Yuri disse:
7 de fevereiro de 2011 às 08:05
Confira, Erika, os mesmo links que sugeri logo abaixo para a Marilsa.
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gostaria de obter o passo a passo destas borboletas que são lindas
grato
marilsa
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Yuri disse:
25 de setembro de 2010 às 16:54
Não encontrei na rede um processo passo-a-passo para te indicar, Marilsa, mas sugiro que você dê uma olhadinha nos comentários desses dois links abaixo. Acredito que possam ser úteis. Abs e boa sorte, Yuri.
1. http://www.materiaincognita.com.br/relogios-de-parede-com-discos-de-vinil-reciclados/
2. http://www.materiaincognita.com.br/joias-e-bijuterias-com-discos-velhos-de-vinil-reciclados/
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Marilsa disse:
28 de fevereiro de 2011 às 22:01
vc vende estas borboletas e por quanto sai cada uma, gostaria de obte-las, mande-me tudo discriminado, inclusive como fazer pagamento
grato.
marilsa
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Yuri disse:
28 de fevereiro de 2011 às 22:26
Não, Marilsa, fiz o post só para dar a dica porque achei o trabalho genial. Mas você acaba de me dar uma boa ideia… rsrs. Vou pensar a respeito e lhe informar depois.
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Deixa eu dar uma dica procês: quem quiser fazer algo parecido, se for o caso pode escapulir da dificuldade de fixar hastes na parede. Ou então furos, que são um problema. É só grudar o vinil direto.
Lojas de acessórios de automóveis vendem uns rolinhos com uma fita adesiva grossa e super poderosa, tipo dupla face, que é utilizada para colar borrachões de proteção nas laterais dos carros. E aquilo não cai assim não, nem molhando!
É bem legal porque ela adere a qualquer superfície lisa e é tão forte que suporta até peças laqueadas de mdf, como pequenos quadros, por exemplo. Coisinhas leves como discos de vinil, então, é a maior tranquilidade. Com a vantagem de poder mudar de lugar a qualquer hora.
Como vendem também em pedaços, a varejo, eu sugiro que se faça uns testes antes de comprar os rolos. Experimentei e deu muito certo para várias situações. OK?
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Leonardo disse:
28 de fevereiro de 2011 às 08:21
grudar o vinil direto não dará o efeito de sombra, a borboletas ficrão atachadas na parede, sendo assim prefiro os adesivos.
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A série de pássaros desse cara tb é muito criativa. Vc podia mostrar isso num outro post. Por sinal, o tema vinil reciclado é bem extenso. Dá mto assunto.
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