A natureza efêmera das esculturas de pedras em equilíbrio

AS PEDRAS DO CAMINHO

Do blog ECOnsciência

“Desaprenda tudo o que foi programado para você acreditar desde o seu nascimento; que o software não lhe serve mais, caso queira viver em um mundo onde todas as coisas são possíveis”. — Jacqueline E. Purcell

Só assim para ser capaz de fazer o mergulho numa das formas mais ancestrais de expressão artística, praticada por quase todas as culturas do mundo ao longo de milênios.

É como se manifesta o norte-americano do Colorado, Michael Grab, dono de um incrível senso de equilíbrio gravitacional para expressar o seu amor à Natureza através da arte.

Arte Pedras Empilhadas

As pedras, harmonicamente dispostas, formam esculturas nos locais onde são encontradas para voltar ao seu lugar pela ação dos ventos, da água e das variações de temperatura.

Segundo o artista, a natureza efêmera do equilíbrio sugere “formas transitórias de dança poética que induzem contemplações primitivas de beleza, desapego e até mesmo da morte”.

Arte com rochas de rio

Esculturas ecológicas

Esculturas com pedras roladas

Michael Grab - arte ecológica

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Um comentário em “A natureza efêmera das esculturas de pedras em equilíbrio

  • 11 de dezembro de 2012 em 13:45
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    Ao ver este trabalho me lembrei da parábola do escritor francês Charles Péguy (1873-1914). É + ou – assim:

    Uma pessoa perguntou a um operário que trabalhava em uma pedreira: “O que você está fazendo?” De mau humor, ele respondeu: “Estou quebrando pedras, não está vendo?”

    Mais adiante repetiu a pergunta a um outro sujeito que fazia o mesmo trabalho. O camarada disse que estourava pedras apenas para ganhar o suficiente para sustentar a família.

    Mas um terceiro trabalhador, que também martelava as mesmas pedras, quando questionado, afirmou, orgulhoso: “Eu construo catedrais!”

    Sem dúvidas, é o caso do Michael Grab. Este, sim, é o cara!

    Resposta

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