Já escondi um amor com medo de perdê-lo – de Clarice Lispector

CRÔNICA DE UMA GRANDE ESCRITORA BRASILEIRA – Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um grande amor por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir as minhas próprias mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso…

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Anel meia-lua ou quarto crescente vazado em tamanho grande

LUA ADVERSA, UMA POESIA DE CECÍLIA MEIRELLES – Tenho fases, como a Lua, de andar escondida, fases de vir para a rua… Perdição da minha vida! Tenho fases de ser tua, tenho outras de ser sozinha. Fases que vão e que vêm, no secreto calendário que um astrólogo arbitrário inventou para o meu uso. E roda a melancolia…

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Quando menos é mais: pingente de Lua em Quarto Crescente

A FORÇA E A DELICADEZA DE UMA JOIA MINIMALISTA – Tenho fases, como a Lua, fases de andar escondida, fases de vir para a rua… Perdição da minha vida! Perdição da vida minha! Tenho fases de ser tua, outras de ser sozinha. Fases que vão e vêm, no secreto calendário que um astrólogo arbitrário inventou para meu uso.

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Portão de ferro para haras ou fazenda de criação de cavalos

UM CAVALEIRO SOLITÁRIO, POR FERNANDO PESSOA – Do vale à montanha, da montanha ao monte, cavalo de sombra, cavaleiro monge. Por casas, por prados, por quinta e por fonte, caminhais aliados. Por penhascos pretos, atrás e defronte, caminhais secretos. Por plainos desertos, sem ter horizontes, caminhais libertos…

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Pingente barco a vela para quem ‘navegar é preciso’…

…VIVER NÃO É PRECISO, POR FERNANDO PESSOA – A frase era dita aos antigos marinheiros romanos que, amedrontados, se recusavam a viajar durante a guerra. O lema carrega em si um sentido ambíguo, poético e inspirador, daquilo que até hoje impulsiona a Humanidade em qualquer jornada rumo ao desconhecido.

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Console e aparador com espelho em moldura de ferro forjado

ILUSTRANDO POEMA DE JOÃO CABRAL DE MELO NETO – Como as palavras forjadas em versos pelo sensível poeta, assim é o trabalho de serralheria artística que resulta em delicados móveis de ferro modelados a frio na força física. São peças inspiradoras que podem ser interpretadas pela poesia de João Cabral de Melo Neto.

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