Árvore da Vida com passarinho em painel de metal escovado

ESCULTURA COM REFLEXOS, SOMBRAS E RELEVOS 3D – A silhueta da Árvore da Vida é recortada em chapa de metal com texturas na superfície, obtidas através de escovação rotativa, que conferem reflexos, sombras e profundidade à escultura. Em destaque, o passarinho pousado num galho com asa feita de acrílico vermelho.

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Exuberante escultura abstrata de pássaro com as asas abertas

ÁGUIA CRIADA COM PEDAÇOS DE VARETAS DE METAL – 73 pedaços de varetas de aço soldadas formam esta escultura abstrata de águia com as asas abertas, sobre base de mármore, com 75 cm de altura. O pássaro foi criado por uma lendária dupla de artesãos californianos, que assinava as obras sob o pseudônimo Curtis Jeré.

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Bijuteria com pomba voando – símbolo universal da Paz

UMA BIJUTERIA ‘MENSAGEIRA’ DAS BOAS NOTÍCIAS – Além de símbolo universal da paz, a pomba é associada à pureza, simplicidade, harmonia, esperança e felicidade reencontrada. Na alegoria do dilúvio bíblico, aparece como a mensageira das boas novas. Para quem deseja transmitir esses ideais para alguém, é a escolha certa.

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Dragão, o guardião de grandes tesouros, como anel e pingente

DO REINO DA FANTASIA PARA O MUNDO DA BIJUTERIA – Relacionados à crença de que guardam ferozmente grandes tesouros, bonitos modelos de dragões foram criados por uma jovem artesã canadense. Seus anéis de resina colorida chegam a 8 cm de envergadura, mesmo comprimento dos pingentes fundidos em pewter.

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Pingente reproduz voo da coruja, símbolo da filosofia e pedagogia

O QUE AS CORUJAS E A FILOSOFIA TÊM EM COMUM? – Na cultura ocidental a coruja simboliza a filosofia e a pedagogia devido à inteligência, astúcia, sensibilidade, visão acurada e audição potente. Não por acaso, suas representações artísticas fazem sucesso entre professores, como este pingente reproduzindo o voo da ave.

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Anel com asas para quem voa em busca do sonho de liberdade

A ARTE COMO METÁFORA DE UMA VIAGEM ALADA – Somos assim. Sonhamos o voo, mas tememos as alturas. Para voar é preciso amar o vazio. Porque o voo só acontece se houver a ausência de certezas. O homem quer voar, mas teme o vazio. Por isso troca o voo por gaiolas, o lugar onde as certezas moram.

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