Por que o medo do neoliberalismo sufoca a nossa esperança?

DO BLOG ECONSCIÊNCIA
O neoliberalismo é, antes de tudo, uma cultura de medo, de sofrimento e de morte para as grandes maiorias.

Não se combate com eficácia se não se lhe opuser uma cultura de esperança, de felicidade e de vida.

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A subversão: bancos privatizam ganhos e socializam perdas

O CHEFE DE REDAÇÃO
A banca chantageia os governos — não por terem dinheiro em caixa, mas sob a ameaça de uma falência que arrastaria toda a economia.

A enorme transferência de dinheiro e dívida pública para os bancos representa uma privatização dos ganhos e a socialização das perdas.

É uma parceria na qual um dos sócios rouba descaradamente o outro.

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Só 185 mil pessoas são donas de 40% da riqueza mundial

O CHEFE DE REDAÇÃO
O neoliberalismo está em crise, mas as elites não largarão voluntariamente um osso de 25 trilhões de dólares.

Se preciso, implodirão de vez a unidade formal entre o poder político e o comando econômico, instalando seus centuriões no lugar da soberania do Estado.

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Na orgia dos banqueiros e políticos, Silvio Berlusconi ‘dançou’

O CHEFE DE REDAÇÃO
Silvio Berlusconi é a dádiva dos caricaturistas. A Itália também virou um país de caricatura.

Deixou de ser a sexta economia do mundo, sendo ultrapassada pela China e pelo Brasil.

É ingrato, o capital especulativo. Não tem pátria, não tem coração – gratidão, nem pensar.

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Banqueiros demitem Silvio Berlusconi, primeiro-ministro da Itália

O CHEFE DE REDAÇÃO
Bancos fazem gato e sapato de Berlusconi e do Estado italiano cobrando juros equivalentes aos que levaram Portugal, Grécia e Irlanda à falência.

Justiça seja feita, o verdadeiro nome da crise europeia é ‘supremacia das finanças desreguladas’. Ou, rapto da democracia pelo dinheiro.

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1.318 empresas controlam 60% de todas as vendas na economia

O CHEFE DE REDAÇÃO
Um estudo científico assustador revela o tamanho da voracidade da elite que domina o planeta.

Pouco mais de 100 dúzias de empresas detêm a maioria das ações das principais companhias do mundo negociadas em bolsas de valores.

Elas saboreiam o ‘filé mignon’ de todas as vendas na economia real. E a maioria são bancos.

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