Vendas de mega-iates para ricaços aumentam 40% em um ano

OS TRIPLEX FLUTUANTES DA ELITE FINANCEIRA

Barco de lata do Lula

Por pobreza intelectual, faz-se uma tempestade em copo d’água por causa de pedalinhos de plástico e uma canoa de lata, enquanto os ricaços navegam em seus triplex flutuantes num mar de grana.

Nem um pio contra o aumento de 40% nas vendas de mega-iates de luxo em 2015, que revela o novo hábito de multimilionários em se isolar em locais cada vez mais remotos, como a Nova Zelândia.

E menos ainda manifestações de revoltados on e offline com relação ao verdadeiro escândalo: o dinheiro gasto com essas embarcações – mais de 200 bilhões de reais – eliminaria a fome no mundo.

Silêncio abissal também com o fato de qualquer cidadão não escapar à taxação do Fisco, enquanto seguem isentos de cobrança bens como aviões, helicópteros e lanchas, além dos iates suntuosos.

Indignação seletiva, mesmo, só no debate hipócrita sobre três barcos, cujos preços somados mal chegam a 10 mil reais, num laguinho mixuruca de um sítio meia-boca enfurnado num grotão qualquer.

Valores, aliás, que nem justificam os recursos gastos com o aparato jurídico-policial nas investigações. Tudo isso, como diria com a voz fina um juiz provinciano que se veste de preto, “não vem ao caso“.

Pedalinhos do sítio do Lula

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