Velho comunista Trabant ressurge com a aparência renovada

A VOLTA POR CIMA DOS QUE NÃO SE FORAM

Carro da Alemanha Oriental

Quando o muro de Berlim caiu em 1989, os donos dos Trabant abandonavam os carros no meio da rua. A rejeição era imediata ao verem como eram atrasados em relação a Mercedes, BMWs e Porsches.

A reação era natural, afinal os alemães orientais também queriam desfilar com as mesmas carangas dos primos ricos ocidentais. E, assim, o calhambeque comunista acabava até virando vaso de plantas.

Trabant vaso de plantas

Agora, os saudosistas e os desiludidos com a crise neoliberal descobrem o enorme potencial de customização daquele foi injustamente ridicularizado como exemplo do “atraso industrial socialista”.

Ao contrário, o velho Trabi, produzido de 1957 a 1991, antecipou a tendência das carrocerias de plástico. Existem hoje cerca de 200 mil em circulação, cobiçados por colecionadores de todo o mundo.

Trabi tunado

Automóvel esportivo

Carro reformado

Automóvel comunista

Carro comunista

Clique nas imagens para ampliar e veja galeria com mais fotos do primeiro conversível azul aqui.

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