Uma história de amor e ódio entre Bin Laden e Estados Unidos

Sociedade secreta

HOLLYWOOD NÃO ESCREVERIA ROTEIRO MELHOR

O Chefe de Redação

A ordem formal para detonar o último esconderijo do saudita Osama foi dada pelo estadunidense Obama na manhã de sexta-feira.

Pela versão oficial, atingido mortalmente na cabeça, o homem mais caçado do planeta ao longo dos últimos 10 anos teve recolhido material para exame de DNA e foi, em seguida, lançado ao mar para desaparecer sem deixar vestígios.

Tudo convenientemente rápido e cirúrgico — e, por isso mesmo, muito estranho.

Ironicamente, a CIA, encarregada de conduzir a operação que “liquidou” Bin Laden, também está estreitamente associada ao surgimento do famoso “terrorista”, que já foi homem de sua inteira confiança.

A velha mídia pouco ou quase nada falará a respeito nos próximos dias mas, tanto o homem de barbas longas e olhar calmo quanto a própria Al Qaeda, foram conscientemente criados pelos Estados Unidos no contexto da disputa contra a antiga União Soviética, na “guerra fria”.

A história proibida da aliança entre Washington e o homem que teria ordenado os tão mal contados ataques de 11 de setembro de 2001 é revelada por Antônio Martins no Outras Palavras, em ótimo texto intitulado Como os Estados Unidos criaram Bin Laden.

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O Chefe de Redação

3 comentários em “Uma história de amor e ódio entre Bin Laden e Estados Unidos

  • 4 de maio de 2011 em 11:15
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    Por que os EUA matariam um “arquivo vivo” daquela qualidade?
    Mesmo que apareçam com fotos de algum “boneco” com a testa furada, me engana que eu gosto.
    hehehehehehe…………..

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  • 3 de maio de 2011 em 14:54
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    Bin Laden já morreu há mais de 7 sete anos, por isso, só seu sucessor aparecia em vídeos.

    Reconhecer que ele estava morto, desestimularia os seus seguidores.

    Os vídeos com Bin Laden, que surgiram, após a sua morte, em hipótese alguma, retratavam o a sua imagem real; somente a voz era editada. Os assuntos de que “falava” eram comuns a qualquer época.

    O corpo não foi mostrado porque, só agora encontraram a sua cova e recolheram material para o DNA (até poderiam pegar um corpo não reclamado, com o rosto desfigurado por tiros, e dizer que era dele – dez anos depois, quem poderia dizer se era ele ou não?). Ademais, quem se habilitaria a passar pela “cerca” do FBI ou o que lá seja, e chegar no corpo para colher material para o exame de DNA?

    Dois filmes desnudam a farsa americana… Jogos de Poder e Inside Job.

    Crer nos EUA é um ato de fé, apenas.

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  • 2 de maio de 2011 em 22:44
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    Brigadú pela deixa. Entrou hoje como tema de redação e com essa eu vou matar a pau. Vlws!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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