Teste de DNA prova que sêmen em camisinha não é de Julian Assange

Pai do fundador do WikiLeaks

PASSAPORTE ABORÍGENE

O Chefe de Redação

O caso contra Julian Assange pode ter chegado a um ponto de colapso, depois que os advogados de defesa descobriram que o material de prova, sobre o qual se baseou toda a acusação até agora, não contém o DNA do fundador do WikiLeaks.

Segundo o relatório de 100 páginas da investigação policial, que contém os depoimentos dos interrogados e os laudos periciais, o sêmen recolhido no preservativo apresentado como prova pela mulher que se apresentou como vítima de estupro não revela material genético de Assange.

A equipe de advogados que cuida da defesa de Assange já encaminhou pedido para que se investigue a possibilidade de a acusadora ter encaminhado material falso à polícia, o que, se comprovado, acarretará a anulação de todo o processo.

O Procurador Geral da Justiça da Suécia ainda não se manifestou sobre o relatório da investigação policial.

Assange permanece na Embaixada do Equador em Londres, depois de receber asilo político, enquanto prossegue a batalha judicial contra a ordem de extradição para a Suécia e de lá, provavelmente, para os EUA.

Em manifestação simbólica de apoio, uma associação que representa grupos de aborígenes australianos emitiu um passaporte para Assange.

A Associação Indígena de Justiça Social da Austrália está em disputa para ter reconhecida a soberania dos nativos em território da Austrália. Esta semana, membros da associação declararam irrestrita solidariedade a Assange, que não está recebendo apoio efetivo do governo da Austrália.

O passaporte, que só tem valor simbólico, foi emitido em nome de John Shipton (na foto acima), pai biológico de Assange.

Com Rede Castor Photo

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