Artesanato africano com arame: fusquinha 3D com bike no rack

DESTREZA NA MODELAGEM COM FIOS DE ALUMÍNIO – Africanos se destacam entre os mais habilidosos artesãos na modelagem de objetos com sucatas de fios e arames de alumínio. Isto se explica em parte pelas dificuldades econômicas, escassez de insumos e falta de equipamentos para produzir ítens mais avançados.

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Fivela steampunk para motociclista com caveira de Frankenstein

SUCATAS QUE INSPIRAM ACESSÓRIOS PARA CINTOS – Sucatas de engrenagens mecânicas e parafusos com cabeças e porcas sextavadas serviram de moldes para a modelagem desta fivela de latão. Concebido como uma caveira de Frankenstein, é acessório estilo steampunk que cai bem nos cintos do autêntico motociclista.

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Escultura de rato surfando jato d’água em torneira de jardim

RECICLAGEM ARTÍSTICA DE SUCATAS HIDRÁULICAS – Ratos são, como todo mundo sabe, exímios surfistas, embora seja bem raro testemunhar esta habilidade. Mas, graças à reciclagem de velhas sucatas hidráulicas, os camundongos podem ser vistos sobre pranchas, surfando jatos d’água metálicos recortados a maçarico.

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Cavalos de ferro-velho reciclado para decorar haras e fazendas

ESCULTURAS RÚSTICAS FEITAS DE SUCATA DE METAL – Cabeças de cavalos são formadas por combinações únicas de sucatas de engrenagens, peças de máquinas, correntes de bikes, aço enferrujado e ferraduras. As esculturas rústicas são ideais para decorar paredes de casas de campo além de edificações em áreas rurais.

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Morcego steampunk feito com peças de metal e couro reciclados

UMA ESCULTURA GÓTICA COM JUNTAS ARTICULADAS – O morcego steampunk pode ficar sobre um pedestal de cabeça para baixo ou em pé, voando pendurado a um fio de nylon ou se arrastando na base com a boca escancarada. Com as juntas articuladas, a escultura é toda produzida com sucata de metais e restos de couro.

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Desfile de carnaval de rua estampado em chapas de barril de aço

ARTE POPULAR: FOLIA COM FERRO BATIDO NO HAITI – O Haiti só aparece no noticiário em caso de crises humanitárias ou desastres naturais. Mas lá, como cá, também se curte o Carnaval. Afinal, ninguém é de ferro. O ritmo local ‘rara’, por exemplo, lembra as músicas tocadas pelas bandas de blocos durante a nossa folia.

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