O letreiro que deu nome a uma rua de Paris… ou foi uma lenda?

RUE DU CHAT QUI PÊCHE OU RUA DO GATO QUE PESCA – Um dos logradouros mais pitorescos de Paris encanta turistas menos pelo que possui como atrativos e mais pelo pouco que tem a mostrar. A fama da Rua do Gato que Pesca decorre do nome e das suas dimensões: 29 metros de comprimento por 1,80 de largura.

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Letreiro dupla-face de ferro forjado com gato e letras vazadas

O NOME ESCRITO EM SENTIDO NORMAL E INVERTIDO – Letreiros dupla-face com o nome da loja pintado nos dois lados da placa são uma das formas mais antigas e eficientes de comunicação visual. O problema é quando um projeto exige que o painel tenha as letras vazadas no metal. Parece difícil, mas existe solução.

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Graffiti subversivo de Banksy transformado em joias e bijuterias

GAROTINHAS COM BALÕES GANHAM VERSÕES EM 3D – A arte de rua satírica e os epigramas subversivos do famoso grafiteiro Banksy ganham novas versões tridimensionais na forma de joias e bijuterias. As garotinhas soltando um coração inflável ou arrastadas por balões foram transformadas em anéis e pingentes de prata.

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Fábrica de etiquetas de metal para calças jeans em Petrópolis

CONFECÇÕES SERRANAS DESCOBREM NOSSA FUNDIÇÃO – Galera das confecções petropolitanas, com lojas na Rua Teresa e butiques na 16 de Março, perguntando se fabricamos etiquetas metálicas personalizadas para cravar em calças, bermudas e shorts jeans. Sim, projetamos qualquer modelo para fundir em pewter.

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Street Art: os incríveis graffitis desenhados com varetas de metal

SERRALHERIA ARTÍSTICA AJUDA A ATRAIR MAIS TURISTAS – Olhando à distância, você jura que são rabiscos grafitados nas paredes. Mas, ao observar de perto, descobre que são desenhos forjados com pedaços de varetas de metal soldadas. As esculturas estão instaladas em velhas construções da ilha de Penang, Malásia.

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Desfile de carnaval de rua estampado em chapas de barril de aço

ARTE POPULAR: FOLIA COM FERRO BATIDO NO HAITI – O Haiti só aparece no noticiário em caso de crises humanitárias ou desastres naturais. Mas lá, como cá, também se curte o Carnaval. Afinal, ninguém é de ferro. O ritmo local ‘rara’, por exemplo, lembra as músicas tocadas pelas bandas de blocos durante a nossa folia.

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