Nova geração vê título, comenta e compartilha, mas não lê o texto

CURTINDO NA SUPERFÍCIE DOS CONTEÚDOS

Hoje somos a geração que lê um título, comenta sobre ele, compartilha, mas não vai até o fim do texto. Não precisa, ninguém lê mesmo!

Então, a internet pode alienar e tornar as pessoas mais burras. Como a Web é o que fazemos dela, é também um reflexo do próprio eu.

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Internauta clica mais em manchetes negativas do que nas positivas

FÍGADO VERSUS CÉREBRO NA LUTA PELA AUDIÊNCIA – Manchetes de assuntos negativos com os termos ‘pior’ ou ‘má’ atraem maior atenção do que as que contêm expressões positivas. Elas geram 30% mais cliques do que chamadas neutras ou 63% acima das positivas, com as palavras ‘sempre’ e ‘melhor’ nos títulos.

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Pequenos empresários têm prejuízo no Facebook com posts pagos

O CHEFE DE REDAÇÃO
As postagens pagas promovidas pelo Facebook são um dos maiores erros estratégicos da rede social em toda a sua existência.

Os mais atingidos são os pequenos negócios que usam a plataforma de Mark Zuckerberg para promover produtos e serviços.

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A morte de crianças africanas em minas do Congo por celulares

OS TELEFONES DE SANGUE – Como acontece com o genocídio provocado pelos ‘diamantes de sangue’ na Serra Leoa, duas crianças africanas morrem nas minas de matéria-prima no Congo para cada moderno ‘gadget’ eletrônico portátil que carregamos no bolso e descartamos a cada novo lançamento das transnacionais do setor.

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Velha mídia conspira na CPI do Cachoeira à moda antiga

O CHEFE DE REDAÇÃO
É primária e inútil a tentativa da Globo de colocar a Delta como foco principal da CPI do Cachoeira.

A intenção é envolver o PAC e não investigar a relação da máfia COM A MÍDIA, em especial a Veja.

A propósito, Alckmin e Serra fecharam contratos de R$ 1 bilhão com a Delta, em São Paulo.

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Com a Europa em crise Alemanha investe mais no Brasil

O CHEFE DE REDAÇÃO
A Alemanha decidiu intensificar relações com mercados em franca expansão econômica.

O governo alemão quer incrementar negócios e parcerias com os ’emergentes’, especialmente Brasil, China e Índia.

E para tanto, aprovou diretrizes de política externa para lidar com as ‘novas potências em formação’.

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