O demônio que soltou o burro – lenda sobre ódio e destruição

A ESPIRAL DA INTOLERÂNCIA E VIOLÊNCIA SEM FIM – Conta a lenda que havia um burro amarrado em uma fazenda. O demônio apareceu e o soltou. O burro entrou na horta dos camponeses vizinhos e comeu tudo. A mulher do dono da horta, quando viu aquilo, pegou a espingarda e atirou. Aí, começou a espiral de violência.

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Classe média: a massa de manobra movida pelo medo e pelo ódio

VIVER DE APARÊNCIAS E ACHAR ISSO CHIQUE

O ódio. A força de uma classe média apavorada movida por ele pode ser monumental. Ele é consequência de um medo atávico.

A massa de manobra em que se transformam os estratos medianos sociais tem o poder de varrer uma sociedade. E até matar.

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Corrupção: velho pretexto dos fascistas para a tomada do poder

A HIPOCRISIA DE QUEM PRATICA A MALDADE

O fascista fala o tempo todo em corrupção. Fez isso na Itália em 1922, na Alemanha em 1933 e no Brasil em 1964. Agora também.

Ele acusa, insulta, agride como se fosse honesto. Mas o fascista é só um criminoso, um sociopata que persegue a carreira política.

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Agora a gente se estranha, se evita e não se tolera mais

HUMANOFOBIA: CÍRCULO VICIOSO E VICIANTE

Vivemos o feio tempo da ‘humanofobia’. Simplesmente por sermos incompetentes para nos reconhecermos nos outros.

A aceitação e o acolhimento do diferente incomoda os nossos ‘narcisos’. Até porque narciso acha feio o que não é espelho.

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A retórica de poder dos idiotas empobrece o debate público

A NOVA ARTE DE ESCREVER PARA IDIOTAS

Em nossa cultura intelectual e jornalística surge uma nova forma retórica. Trata-se da arte de escrever com sucesso para idiotas.

Rumo ao fundo do poço, atualmente proliferam subformas, subgêneros e sub-autores que sugerem a criação de um nova ciência.

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