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Quanto mais inteligente e educada, maior o tempo de vida da pessoa

Enviado por on 10 de dezembro de 2013 – 19:59

O ESTADO DE BEM-ESTAR SOCIAL CONTRIBUI

Vida mais longa

Quanto mais inteligente e educada é uma pessoa, muito mais tempo ela será capaz de viver, segundo evidenciam dados estatísticos de diferentes países sobre a expectativa de vida.

Como está comprovado que o número de pessoas inteligentes no mundo está aumentando, conclui-se que há na Terra uma tendência de aumento do tempo médio de vida humana.

OK, o ser humano não poderá viver sempre, mas é realista admitir a duração média de sua existência até os 120 anos. E há uma boa probabilidade de que isso ocorra ainda no atual século.

Em países economicamente mais desenvolvidos, as pessoas já vivem uma média de 85 anos. E, mesmo em crise, todos os dias este número aumenta, notam estudiosos e geriatras.

No final  do século passado a expectativa de vida havia dobrado em comparação com o início do período – principalmente devido ao fato de que o homem aprendeu a resistir ao meio ambiente externo.

Ou seja, um maior número de vidas humanas foram salvas pela tecnologia de cloração da água, pela descoberta de vacinas, antibióticos, e pelo desenvolvimento da medicina em geral.

LIMITES BIOLÓGICOS DEFINIDOS

Descobriu-se que já nos anos 1960—1980, em países desenvolvidos, o homem aprendeu a conviver confortavelmente com ameaças exteriores. Daí em diante, sua expectativa de vida cresceu a uma taxa média de 3 meses por ano.

Mas este aumento no tempo de vida humana não pode ser infinito. Os recursos do corpo têm limites inicialmente definidos pela natureza, de acordo com a Associação Europeia de Gerontologia e Geriatria.

A expectativa de vida da espécie humana é a mesma desde o surgimento da vida na Terra. Este número não mudou, do ponto de vista da teoria evolutiva, para cada espécie animal, incluindo o ser humano.

Ou seja, pode-se afirmar que a nossa espécie tem um limite biológico bastante definido. E para os seres humanos, esse limite é de 110—120 anos.

Alcançar o tempo máximo de vida é possível, mas difícil. Primeiro, para isso é desejável viver num país com economia desenvolvida, medicina em um nível alto e boa oferta de serviços públicos.

Em outras palavras, onde prevaleça o conceito de bem-estar social e as pessoas não tenham que se preocupar com ninharias – até porque as neuroses costumam nos roubar muitos anos de vida.

E em segundo lugar, é indispensável manter um estilo de vida saudável e tomar precauções especiais quanto à saúde física.

JOVENS CENTENÁRIOS

Entre outros meios capazes de aumentar a duração da vida, são indispensáveis a restrição calórica da comida, o uso de antioxidantes, de certas vitaminas, de bio-reguladores peptídicos e medicamentos como a metformina (medicamento para baixar a glicose).

Ao manter uma abordagem abrangente, isso poderá aumentar a longevidade do organismo em 20 ou 30% – até quase um terço!

Todavia, não basta apenas prolongar a vida humana, mas a sua fase ativa, para que o período que se costuma chamar de “velhice” só comece lá pelos 90 ou 100 anos, nunca antes.

A introdução de novas tecnologias tornará isso possível, dizem os cientistas, como o desenvolvimento de drogas ativadoras de telomerase – uma enzima que permite às células se multiplicarem rapidamente, bem como medicamentos capazes de ativar as células-tronco da própria pessoa.

INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO

Mas enquanto as “pílulas contra a velhice” estão sendo testadas, os cientistas já descobriram um meio seguro de garantir uma vida longa com clareza da mente e vigor do corpo. É a educação.

Já está provado que quanto mais desenvolvida é a inteligência da pessoa, mais tempo ela vive.

É isso mesmo: há um padrão bem definido – pessoas mais inteligentes e mais educadas passam mais tempo entre nós, segundo foi demonstrado em muitos experimentos, em vários pontos do planeta.

Exemplos estatísticos em São Petersburgo, na Rússia, mostram que há uma área onde foram alocados apartamentos para os trabalhadores de uma associação científico-industrial.

Eles não são mais ricos do que os moradores da cidade na média, mas são mais inteligentes, com formação superior. E sua expectativa de vida está próxima dos habitantes de países europeus mais avançados.

Além disso, nas últimas décadas foi descoberta uma tendência: cada nova geração é mais inteligente que a anterior.

Em particular, os autores dos testes de medição do QI – o quociente de inteligência – se veem obrigados, a cada 10 anos, a complicar as perguntas e a elevar os padrões para o nível médio.

Consequentemente, cada nova geração também irá viver mais tempo.

Compacto de original na Voz da Rússia

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