Produto que causa câncer tem que ser retirado dos refrigerantes


Coca-Cola - perigo para a saúde

O PERIGO AÇUCARADO

Do blog ECOnsciência

Quem não tem consciência de que todo refrigerante não tem o menor valor nutritivo e, pior do que isto, ainda é uma bomba — de efeito retardado — para a saúde por causa dos componentes químicos que entram em sua fórmula? Isto, sem entrar no mérito da sua relação com a violência.

Agora as fabricantes de refrigerantes no Brasil — como a Coca-Cola, Companhia de Bebidas das Américas (AMBEV) e a Schincariol — foram obrigadas a reduzir, no prazo máximo de cinco dias, a quantidade de benzeno em todos os refrigerantes de baixas calorias ou dietéticos cítricos.

E o agente químico não é brincadeira não. Segundo bioquímicos, o ácido benzoico, como também é conhecido, é inflamável, incolor e dá à bebida um aroma doce e agradável.

Trata-se, porém, de um composto cancerígeno, cujos vapores causam tontura, dores de cabeça e até mesmo inconsciência. Também é capaz de desencadear uma série de doenças sanguíneas.

As empresas firmaram o acordo por meio de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), divulgado nesta sexta-feira, 28, pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais.

Terão que adotar medidas para que esses refrigerantes passem a ter, como parâmetro máximo, a quantidade de 5ppb (cinco partes por bilhão ou 5 microgramas por litro) de benzeno, limite adotado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a água potável.

A presença do benzeno nas bebidas foi detectada em 2009 pela Associação de Consumidores Pro Teste ao realizar exames em sete amostras de diferentes marcas.

A partir da informação, o MPF instaurou inquérito civil público para apurar o caso. No curso da investigação, descobriu-se que, no Brasil, não existe qualquer regulamentação estabelecendo os níveis máximos de benzeno em refrigerantes.

Os fabricantes alegaram que a formação do benzeno decorre de um processo químico geralmente desencadeado nos refrigerantes light/diet, já que a presença do açúcar inibe a formação da substância.

Argumentaram ainda que “a eventual identificação de traços mínimos de benzeno em determinado produto pode se dar por razões diversas e alheias aos esforços da empresa, como, por exemplo, em decorrência da quantidade de benzeno pré-existente na água”.

É muita cara de pau.

Com informação do Terra

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Blog ECOnsciência Inovadora


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