Por que banqueiros e sócios na mídia jogam contra o Brasil

TUBARÃO DA AGIOTAGEM ENTRA EM PÂNICO

Banqueiro agiota

O Chefe de Redação

Qualquer pessoa mentalmente saudável, que faça uso regular de mais de dois neurônios, reconhece que quando um tubarão financeiro e suas rêmoras e demais comensais na mídia reclamam de fome, é porque as coisas vão bem para os outrora indefesos cardumes que compõem a coletividade.

Só assim para compreender o teor das críticas abertas — amplamente repercutidas na imprensa — do dono do banco Itaú ao governo Dilma, numa entrevista ao jornal inglês Financial Times, porta-voz dos grupos neoliberais que instalaram a crise global.

“O governo muda isso, o governo muda aquilo e o resultado é bastante incerteza”, para Roberto Setúbal, claro, e para os demais agiotas da banca, inconformados com as mudanças na política econômica que vêm promovendo a queda dos juros e o fim da especulação financeira.

Jogando na retranca, o Itaú Unibanco perde cada vez mais espaço para concorrentes públicos, como a Caixa e o Banco do Brasil. O banqueiro é, hoje, apontado como um dos principais articuladores da campanha pela queda do ministro Guido Mantega.

Para que as coisas voltem a ficar como nos tempos de FHC, of course.

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