Nutritivos e abundantes, insetos acabariam com a fome mundial

SORRIA: AINDA SERÁ MODA A ENTOMOFAGIA

Insetos na alimentação

Cerca de 2 bilhões de pessoas no planeta não torcem o nariz e já complementam, na boa, suas dietas com insetos, tais como gafanhotos, besouros, formigas e muitos outros, entre as mais de 800.000 espécies conhecidas pelos entomologistas.

Um relatório da ONU, divulgado em 13 de maio, destacou a importância do papel dos insetos comestíveis na luta contra a fome no mundo. Não por acaso, os bichos são tão consumidos na superpopulosa Ásia e na hiper-explorada África.

Por exemplo, 100 gramas de grilos contêm 121 calorias. Apenas 49,5 calorias provêm de gordura – o valor nutricional está nos 12,9 gramas de proteína e nos 75,8 miligramas de ferro. Eles também têm cerca de 5 gramas de carboidratos.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), acrescenta que a criação de insetos em escala industrial poderia contribuir para a segurança alimentar mundial.

Além de serem, como vimos, altamente nutritivos e fáceis de reproduzir, também podem ser usados como alimentos para peixes e misturados na forração para o gado.

O relatório, no entanto, destaca que a repugnância de muitos consumidores, especialmente de países ocidentais, ainda constitui uma forte barreira a ser vencida até que se concretize a inclusão deste modelo de alimentação na dieta global.

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