Novo plano estrangeiro para tomar a Amazônia do Brasil

CONHEÇA O MAPA, PROGRAMA E A DESCULPA

Risco de perder a Amazônia

Há alguns anos houve uma intensa troca de emails com a denúncia de que muitas escolas dos EUA estariam usando livros didáticos de geografia com um mapa da América do Sul adulterado.

Nele (veja a imagem abaixo), a região amazônica apareceria como “território internacional”. O assunto foi, imediatamente, desqualificado como hoax, farsa, lenda urbana ou mera teoria da conspiração.

Enfim, paranoias à parte, nos dias atuais chega uma proposta concreta de internacionalização da Amazônia com justificativa técnica, mapa e superfície, o chamado Corredor Ecológico Triplo A.

E o projeto tem um testa-de-ferro com as costas largas: o colombiano Juan Manuel Santos, presidente do único país da América do Sul que possui bases das forças armadas norte-americanas.

O que significa este corredor? Uma extensa faixa com até 500 km de largura, ligando os Andes até o Atlântico e engolindo toda a calha norte que delimita o território brasileiro na região amazônica.

Por definição, um corredor ecológico ou de biodiversidade é o nome dado à faixa de vegetação, tendo por objetivo ligar grandes fragmentos florestais ou unidades de conservação separados pela atividade humana (estradas, agricultura, clareiras abertas pela atividade madeireira, etc.), possibilitando o deslocamento da fauna entre as áreas isoladas e, consequentemente, a troca genética entre as espécies e a dispersão de sementes”.

Invasão da Amazônia

O problema é que, no caso da Amazônia os parques e as reservas ambientais são tão extensos que geralmente não necessitam corredores interligando-as. Ou seja, tem caroço debaixo desse angu.

A ideia de um corredor monstro partiu da ONG Gaia Amazonas, etabelecendo que 61% da faixa de terra ficará dentro do Brasil, numa área equivalente a quase quatro vezes o estado de São Paulo.

A Gaia Amazonas é uma filial da Gaia Foundation, estreitamente vinculada à Casa de Windsor, a família real britânica, tendo no seu conselho curadores de nacionalidade inglesa e estadunidense.

A ideia do projeto é unificar todas as áreas indígenas para que nelas sejam introduzidas o conceito de AATIs – Associations of indigenous Tradicional Authorities, de autogovernança das tribos nativas sob a orientação da Gaia Fondation.

Segundo a ONG, trata-se de “um único modelo de responsabilidade compartilhada para a proteção da floresta amazônica” – só não dizem com quem será compartilhada esta responsabilidade.

A sugestão de criação do Corredor Ecológico Triplo A será levada pelo presidente colombiano à COP 21, em Paris, no final deste ano, com o objetivo de “salvar o mundo do aquecimento climático”.

O pesadelo da perda da Amazônia com mapa, programa e justificativa já vem sendo animadamente divulgado em toda a imprensa internacional, enquanto aqui no Brasil a repercussão é igual a zero.

Internacionalização da Amazônia

Clique nos links sublinhados para saber mais e na primeira imagem para ver o mapa completo ampliado.

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