Nenhum ser noturno rouba-nos a luz nem arranca-nos a voz

No Caminho com Maikovski

… Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada…

(trecho do poema No Caminho com Maiakovski, de Eduardo Alves da Costa)

2 comentários em “Nenhum ser noturno rouba-nos a luz nem arranca-nos a voz

  • 15 de dezembro de 2010 em 20:53
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    A profª Telma, tem categoria 12 anos, é boa de copo, que facilita nas aulas de Filosofia na Usp, aí depois de umas, fala alemão, espanhol, etc. Nota 51 !

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  • 5 de outubro de 2010 em 10:54
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    Podemos SIM!!!!!! Ou melhor, DEVEMOS!!!!!!
    Vamos dizer que nào concordamos nem acreditamos nas armadilhas e baixarias da direita que tenta impedir o Projeto Popular de continuar avançando e se consolidando… A LUTA CONTINUA!!!!!

    Resposta: Essa é a Thelma! Que nós adoramos!

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