Misoginia: ‘leis são como as mulheres, existem para serem violadas’

Político espanhol malufista

ESPANHOL MALUFISTA

A Cachaça da Happy Hour

Conservadorismo, misoginia e estupidez andam sempre juntos. Seja aqui no Brasil ou lá fora, em países pretensamente “desenvolvidos” — na Espanha, por exemplo.

Lembra do Paulo Maluf, do PP (Partido Progressista) paulista, que num dos seus discursos, comentou “indignado” sobre um crime de estupro seguido de homicídio?

Em meio à sua “revolta” fez um apelo épico contra esse tipo de barbárie: “Estupra, mas não mata!”. A partir da declaração sua carreira política entrou em declínio.

Há pouco mais de uma semana, o espanhol José Manuel Castelao Bragaño, da sigla homônima PP (Partido Popular), também teve a sua cabeça oca colocada a prêmio, aos 71 anos de idade.

Durante uma reunião da comissão de educação e cultura do Conselho Geral de Cidadania no Exterior, que presidia, o até então importante político galego afirmou que “as leis são como as mulheres, existem para serem violadas”.

Ele havia assumido a função no dia primeiro de outubro, indicado pela ministra do Emprego, Fátima Náñez. Foi demitido por conta da repercussão negativa de seu comentário.

Miriam Herrero, do partido de oposição PSOE (Partido Socialista Operário Espanhol), opinou: “É necessário pensar nas coisas antes de dizê-las e perceber que um comentário assim é intolerável”.

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