Mídia: qualquer semelhança NÃO É mera coincidência

A DITADURA DO PENSAMENTO ÚNICO IMPOSTO PELA MÍDIA BRASILEIRA

Hoje cedo você deu um break na banca de jornais e, de cara, topou com as duas manchetes clonadas. E no Globo? Uma referência muito parecida. Seria zoação?

Ora, na noite anterior, ao trocar de canal, você já havia reparado que o Boris Casoy, na Band, tinha repetido a mesma chamada que o William Bonner, na TV Globo.

Pois então, na hora de baixar o pau no “Cara” até parece que tudo foi armado entre os aquários de redações concorrentes.

Parece? Só para quem tiver o cérebro do tamanho de um caroço de azeitona.

Em economia o apelido da pilantragem é bacaninha: CARTEL. E essa é a prática predatória (criminosa!) mais comum que existe no mercado de opinião controlado por essa velha mídia corrompida, entreguista e, portanto, antinacional.

Só isso, simples assim… e com todas as letras, tá ligado?

Um comentário em “Mídia: qualquer semelhança NÃO É mera coincidência

  • 16 de abril de 2010 em 15:15
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    A mídia sempre se autoreproduziu e se inventou. O processo de cópia e reprodução é antigo na mass media, porém o que se faz agora é o processo de dominação ideológico político partidário, tão explícito e descarado que se fecha numa torre de marfim que tá difícil de alguém sequer chegar perto.
    Liberdade de imprensa? É mote para estas práticas corruptas! Essa é a democracia que proclamam, democracia que eles pedem, atuam, manipulam e aplaudem vendo o espetáculo que criam para a máquina girar incessantemente.
    Bourdieu está aí para explicitar sociologicamente os processos simbólicos de dominação, tão importantes qto os processos materiais (atualmente como matriz a tecnologia).
    Parabéns pelo post e vamos incitando a reflexão para transgredirmos as barreiras impostas!

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