Jornal Nacional é droga que vicia e compromete o cérebro


Desligue a TV - Venha para a BlogosferaMAYARA PETRUSO – VICIADA EM MÍDIA

A Cachaça da Happy Hour

Por Wanderley Guilherme dos Santos

A interpretação geo-racista dos resultados eleitorais comprova a hipótese de que o Jornal Nacional é droga pesada: vicia e compromete o cérebro.

A estagiária paulista deve ser considerada usuária dependente, vítima do complexo “Sistema Globo, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo”, cujos chefões agem por interpostas pessoas.

Os “aviões” desse tráfico de desinformação são os colunistas diários, associados aos redatores dos noticiários radiofônicos e televisivos, estando a gerência dos “pontos” entregue aos chefes de redação. Expô-la à execração converte-se em “queima de arquivo”, evitando a revelação dos grandes fornecedores varejistas nacionais e atacadistas internacionais.

“Inocentes úteis”, tais como a OAB, seção de Pernambuco, contribuem para o despiste da real senda do crime, despejando na vítima o ônus da responsabilidade. Desapareceu o jornalismo investigativo, aquele que busca a gênese dos fenômenos e seus mecanismos de reprodução.

Os meses de setembro e outubro de 2010 concentraram a propagação dos estereótipos utilizados desde as vitórias de Lula, em 2002 e 2006, não obstante evidente contradição com os números. Por isso constituem droga pesada: provocam agradável ilusão de realidade. E com a mesma ressaca: o choque brutal dos fatos. A droga racista perdeu.

Retirado do Gonzum, ex-Óleo do Diabo

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Blog da Nívia de Oliveira Castro

4 comentários em “Jornal Nacional é droga que vicia e compromete o cérebro

  • 22 de novembro de 2010 em 14:36
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    Boa postagem, Nívia. Tem que martelar sempre nesse ponto, chamar a atenção em especial dos novos incluídos digitais sobre os perigos que nos cercam insidiosamente.
    Percebo que parte da rapaziada que chega na rede ainda não tem muita noção sobre as manipulações a que está submetida a chamada opinião pública… ou publicada. É só ler os absurdos postados nos comentários dos maiores portais.
    Para os ‘engajados’ pode até parecer que é ‘chover no molhado’, mas o maior mérito desta mensagem do WGS é conscientizar em linguagem direta e acessível a galerinha, @s potenciais ‘mayaras petrusos’ que zanzam por aí.
    Não se pode dar trégua, como fazem os inimigos entrincheirados nos grandes conglomerados da mídia conservadora e muitíssimo bem armados com seu arsenal de golpes baixos e sujos.
    Então, tem que repetir, repetir e repetir a advertência. Esse é o padrão como as coisas funcionam. Sempre tem os ‘paraquedistas’ que vão topar pela primeira vez com um conteúdo desse tipo. E, por sorte, parar para pensar um pouquinho a respeito, o que já se constituirá em mais uma vitória da blogosfera.

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  • 22 de novembro de 2010 em 11:58
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    Cuidado para não focarmos em um só problema. O problema não está só na rede de televisão ou jornal, mas sim nos meios de informação que estão cheios de ideologias elitistas e preconceituosas. Mais do que o “não assistir” ou “não ler” é ter claro conhecimento e discernimento para analisar tudo que nos passam.

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  • 22 de novembro de 2010 em 10:31
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    largar o vicio chamado globo leva tempo mas acho que a desintoxicacao ja esta acontecendo. devagar e verdade, mas a se confiar nas pesquisas do ibope a queda de audiencia dela vem acontecendo de forma constante. significa dizer que esta acontecendo uma conscientizacao gradual mas segura.

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  • 22 de novembro de 2010 em 09:03
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    O professor Wanderley, com a análise, e você com a ilustração, Nivea, foram direto “na veia” (trocadilho proposital). Acho que todo mundo conhece muita gente viciada nessas drogas e com o cérebro deformado pelo consumo desses “bagulhos”. O problema é superar a dependência. A cura dessa epidemia só se dará com a aplicação urgente do plano nacional de banda larga, para que o grosso da população venha para a internet, pelo menos as novas gerações. Acho que o governo sabe disso e vai agir.

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