Fim do mistério: fotos do cérebro desvendam orgasmo feminino

Sexo na cabeça da mulher

ENTENDENDO A CABEÇA DA MULHER

Do blog BananaPost

Com o homem nem há necessidade de realizar altos estudos, até porque já se sabe muito bem aonde o cérebro do bicho fica localizado e como funciona. Mas o grande mistério era descobrir o que se passa na cabeça de uma mulher quando ela atinge o clímax do prazer sexual.

Então, o que fizeram os cientistas que investigam a sexualidade humana? Muito simples: escanearam o cérebro de uma fêmea enquanto ela se aproximava, vivia e se recuperava de um belo orgasmo.

Com um aparelho de ressonância magnética, os pesquisadores registraram uma série de imagens que revelam quais partes do cérebro da mulher são ativados durante o sexo.

Na prática, para que serve esse estudo? Para entender os problemas — que não são poucos — que alguns homens e mulheres enfrentam para chegar ao clímax sexual.

Na pesquisa da Universidade Rutgers, nos EUA, uma estudante de PhD e terapeuta sexual se submeteu ao scanner de ressonância magnética enquanto estimulava a si mesma.

Durante os testes, foram feitas fotografias do cérebro da cobaia, que foram compiladas em um vídeo que mostra a atividade de 80 regiões cerebrais.

Cérebro da mulher no scanner

O que descobriram parece complicado mas não é, basta seguir a sequência dos eventos neuro-fisiológicos:

. Durante os estímulos sexuais, a primeira parte do cérebro a ser ativada é a área genital do córtex sensorial.

. Em seguida, se ativa o sistema límbico, uma estrutura do cérebro ligada a emoções e memória de longo prazo.

. Quando se aproxima o orgasmo, se registra atividade no cerebelo e no córtex frontal, provavelmente devido à maior tensão muscular.

. No momento do clímax, há uma grande atividade no hipotálamo, que libera uma substância química chamada oxitocina, responsável pela sensação de prazer e pela contração do útero.

. Também se ativa o núcleo acumbente, área ligada ao sistema de recompensa do cérebro.

. E, por fim, após o orgasmo, as atividades em todas essas partes do cérebro gradualmente diminuem.

Em novos estudos, a equipe está pedindo a voluntárias que se estimulem dentro de aparelhos de ressonância magnética enquanto observam as imagens das reações dentro de seu próprio cérebro.

Com isso, espera-se que as pessoas aprendam como ativar determinadas regiões cerebrais e como manipular suas reações a fim de ajudar pacientes que tenham dificuldades em sentir prazer.

Origem

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