Fim do chulé: nova meia elimina bactérias do mau cheiro nos pés

Remédio contra chulé

NOVOS ARES

Do blog BananaPost

Tênis e sapatos enfim poderão ficar livres daqueles fedores e maus odores de tal concentração e intensidade que, não raro, chegam até a empestear todo o ambiente quando descalçados.

O constrangimento do chulé que acomete milhões de pessoas será combatido a partir de agora com um revolucionário tecido antibacteriano para fabricar meias que não produzem mau cheiro após seu uso e, de quebra, também não causam problemas na pele, como coceiras e fungos.

A novidade foi desenvolvida pelo Centro de Inovação Tecnológica (CTF) da Universidade Politécnica da Catalunha (UPC) e a empresa Sutran, que já comercializa um modelo de camiseta que não deixa manchas ou cheiro de suor.

Para produzirem o tecido, os pesquisadores usaram fibras de celulose, geralmente utilizadas para fins médicos, com uma solução de zinco e outros componentes que funcionam como bactericida.

Além de evitar o mau cheiro e evitar fungos e coceiras, a meia é muito útil para pessoas que sofrem de hiperidrose (suor excessivo) e esportistas. As propriedades estruturais do tecido são excelentes para absorver umidade.

Outra boa notícia é que o tecido pode ser utilizado na fabricação em geral de outros tipos de roupas.

Atualmente, os produtos têxteis comercializados para evitar o mau cheiro provocado pelo suor utilizam como agente bactericida a prata, elemento que tem causa efeitos colaterais na pele, como dermatose, fungos e coceiras.

Os pesquisadores do CTF comprovaram que o zinco aplicado na fibra elimina 99,8% da presença dos microorganismos Staphylococus ærus e 97,8% do Klebsiela pneumoide, bactérias resistentes que causam o mau cheiro.

O Centro de Inovação Tecnológica da Catalunha foi inaugurado em 1972 e é especializado no desenvolvimento de novas estruturas têxteis para aplicações técnicas e inteligentes.

Com Último Segundo e imagem obtida em Ads of the World

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