Europa monta patrulha de ‘trolls’ para garantir neoliberalismo

MERCENÁRIO VIRTUAL DEFENDE PRIVATARIA

Mercenários virtuais

Cerca de 2,5 milhões de euros (R$ 6,5 milhões) serão inicialmente “investidos” pelo Parlamento Europeu controlado pelos grandes bancos em campanha suja de propaganda política para infiltrar um exército de “trolls” nas redes sociais do velho continente.

O patrulhamento dos mercenários virtuais — em especial no Facebook, Twitter e blogosfera — terá como objetivo “controlar a opinião pública”, sobretudo nos casos onde se manifeste o “euroceticismo”. Joseph Goebbels deve estar vibrando no inferno.

A formação dos “trolls” começa ainda este mês, para que a sua ação se faça sentir antes e durante as eleições europeias de 4 a 8 de Junho de 2014. Os agentes financeiros não querem correr riscos de ver interrompido o processo de tomada de bens públicos e destruição do estado de bem-estar social.

A informação aparece em documentos secretos sobre despesas e estratégias de ação obtidos pelo jornal britânico Daily Telegraph. Os gastos vão ser feitos numa ocasião em que as instituições comunitárias procedem a cortes orçamentais nunca vistos na história da integração europeia.

Os “trolls”, que na terminologia da Internet caracterizam conceitos de agente provocador ou agente desestabilizador, vão interferir em debates de natureza política entre seguidores de redes sociais e blogs com potencial para atrair “o interesse” dos cidadãos e dos meios de comunicação social.

A atividade da “patrulha de trolls”, como já é conhecida entre alguns eurodeputados, deverá prestar “especial atenção” aos países onde os sentimentos eurocéticos têm se desenvolvido mais rápida e intensamente. Em seguida invadirão as conversas para “desconstruir” (atacar) os adversários.

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