Controle de crianças por microchips eletrônicos em escolas dos EUA

Controle social com implante de microchips

A REVOLTA DOS ALUNOS

Do blog ECOnsciência

Mentes diabólicas não param nunca de trabalhar a fim de obter o tão sonhado controle orwelliano sobre os corações e as mentes dos indivíduos.

Tudo pode começar com o disfarce de inocentes crachás eletrônicos, até que novas leis exijam o implante de chips nas crianças e jovens.

Por isto, tanto alvoroço com a punição que autoridades estadunidenses estão impondo a alunos que se recusam a ser monitorados com microchips nas escolas.

Como demonstração de força intimidatória, jovens e crianças “rebeldes” são excluídos de atividades escolares e expulsos de centros de convivência.

Desde o início deste mês, alunos de duas escolas da cidade de San Antonio, no Texas, estão sendo obrigados a usar um cartão de monitoramento durante as aulas.

Como desculpa, os diretores dos colégios argumentam que vigiar por onde andam as suas cobaias ajudará a evitar a intensa evasão escolar que existe no Estado.

A ideia absurda sofreu, claro, a oposição de boa parte dos alunos, que se recusam a andar pelos corredores da escola com o dedo-duro pendurado no pescoço.

Muitos alegam que estão sofrendo pressão de inspetores e que acabam sendo excluídos de atividades escolares.

Chips eletrônicos em alunos

Alguns relatam até mesmo terem sido expulsos de áreas de convivência como lanchonetes e bibliotecas apenas por estarem sem o crachá.

Andrea Hernandez, aluna do segundo ano do ensino médio na escola John Jay, alega que seus diretores ignoraram seus apelos para que a privacidade de seus colegas fosse respeitada.

Ela também está impedida de participar de eleições escolares caso continue a se recusar a colaborar com o programa de monitoramento.

Após o questionamento de Andrea, seus pais receberam uma carta do vice-diretor da instituição de ensino, exigindo que ela usasse o crachá.

“Eu peço que os senhores aceitem essa solução para que o programa de formação de sua filha não seja afetado”, escreveu Ray Galindo.

Para concluir com uma ameaça explícita: “Como foi discutido, haverá consequências para aqueles que se recusarem a empregarem os crachás”.

Caso o projeto seja bem-sucedido, os cartões serão fornecidos para 112 escolas e distribuídos entre cerca de 100 mil estudantes.

A violação dos mais elementares direitos individuais, como se vê, abre o precedente de imposição de novos controles do aparelho estatal sobre a liberdade dos cidadãos.

Com informações do Opera Mundi

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