Coca-Cola expande negócios para bebidas derivadas de leite

DO REFRIGERANTE AO PRODUTO LÁCTEO

Leite da Coca-Cola

Para o mercado de bebidas derivadas de leite não existe essa conversa de pibinho. Tanto assim que a venda de produtos lácteos cresceu, em média, 5% nos últimos três anos e agora já movimenta em torno de R$ 14,5 bilhões.

Na última década, a partir da retomada do crescimento econômico, a quantidade de leite ingerida anualmente por cada brasileiro saltou de 128,5 litros para 180 litros. O ideal, para o Ministério da Saúde, seriam 210 litros.

A Coca-Cola, que não embarca na urubologia da velha mídia, começou a reforçar a sua presença em Minas Gerais, estado que mais produz leite no País e é também a base de uma das quatro fábricas da Femsa no Brasil.

A empresa de capital mexicano é a segunda maior engarrafadora de Coca-Cola no mundo e, agora, controla no Brasil a maior engarrafadora mundial da Coca-Cola em capacidade de produção, na cidade paulista de Jundiaí.

No jogo global, o grupo entrou no mercado de laticínios em 2010, apostando na diversificação de seu portfólio para cumprir a meta de dobrar de tamanho a cada cinco anos. Em 2012 a sua receita chegou a US$ 18,4 bilhões.

Vaca da Coca-Cola

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