Bombas atômicas explodiram em Marte. Quem apertou o botão?

CIENTISTA ADMITE ‘HOLOCAUSTO MARCIANO’

Explosões nucleares marcianas

Quem levanta a tese não é nenhum cabeça-oca ou professor aloprado, mas a mente brilhante do Dr. John Brandenburg, PhD em Física Teórica dos Plasmas pela Universidade da Califórnia.

Ele se baseia na “alta concentração” de Xenon-129 na atmosfera rarefeita, além de urânio e tório na superfície marciana, segundo dados enviados pela sonda da missão Mars Odyssey.

O problema é que os isótopos nucleares presentes no planeta vermelho não apresentam características de explosões naturais causadas por impactos de asteroides ou outros corpos celestes.

Pelo contrário, os resíduos são típicos dos testes com bombas de hidrogênio, como os realizados aqui na Terra, configurando uma espécie de “ataque nuclear dirigido a partir do espaço”.

O cientista chegou a identificar duas possíveis áreas em que teriam caído os artefatos atômicos, uma delas na região de Cydonia, onde fica a famosa formação conhecida como Rosto de Marte.

Bombas atômicas marcianas

Por mais bizarra que pareça a teoria, a comunidade científica admite que Marte já teve, um dia, clima parecido com o da Terra e condições para o desenvolvimento de vida animal e vegetal.

Para o professor, as formas de vida inteligente poderiam ter sido tão avançadas quanto os antigos egípcios. E, por algum motivo, extintas por um genocídio promovido por outra raça alienígena.

O renomado físico trabalha atualmente na Orbital Technologies Corporation, em Wisconsin, e também é consultor independente na área de Defesa de Mísseis e Armas de Energia Direta.

Além disso, Brandenburg é autor de diversos livros sobre o espinhoso tema, como Morte em Marte: A Descoberta de um Massacre Nuclear Planetário, a ser publicado em fevereiro de 2015.

Neste final de semana, ele será uma das atrações do Congresso Anual da Sociedade Americana de Física, em Illinois. Igualmente, sua teorias terão destaque no III UFOZ, na próxima semana.

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