Astronautas foram à Lua para investigar construções em ruínas

NASA OCULTOU A DESCOBERTA DE PRÉDIOS


Nos últimos dias cresceram os rumores de que a NASA ocultou o verdadeiro propósito das missões Apolo: mandar astronautas para investigarem estruturas em ruínas de antigas edificações na Lua.

É o que poderá confirmar o satélite enviado pela China para esquadrinhar a superfície lunar. O tema, palpitante, terá destaque no III UFOZ 2014, a ser realizado no final deste mês, aqui no Brasil.

NASA disfarçou propósito das missões Apolo

Pouco depois que o módulo Eagle pousou na superfície da lua em julho de 1969, a frequência cardíaca de Neil Amstrong disparou a 160 pulsações por minuto, como se tivesse tomado um susto.

A NASA alegou que o coração do astronauta acelerou devido ao esforço com a coleta de pedras para o módulo lunar, embora, devido à baixa gravidade, não pesassem mais que blocos de isopor.

Porém, quatro décadas depois do primeiro pouso na Lua, outra versão questiona a verdadeira origem da excitação que os astronautas sofreram durante a histórica missão Apolo.

“Não foi o insignificante peso das rochas que excitou o coração de Amstrong, e sim a visão daquele edifício”, assegura o investigador J.J. Benitez, na série de televisão Planeta Encantado.

Segundo Benitez, o verdadeiro motivo das missões “Apolo” consistia em documentar, da melhor forma possível, certas construções que fotografadas por satélites americanos não tripulados.

“Tudo estava minuciosamente programado”, garante o investigador.

Desde que a Apolo 11 regressou de sua titânica proeza, funcionários de alta patente responsáveis pelas missões lunares insinuaram a existência de uma descoberta de magnitude espetacular.

Como se sabe, a informação foi omitida pela agência espacial norte-americana à imprensa internacional.

“Nossos astronautas observaram ruínas de cidades lunares, pirâmides transparentes, cúpulas e Deus sabe mais o quê”, confidenciou o ex-assessor científico da Apolo 11, Richard Hoagland.

“Os astronautas também trouxeram alguns produtos artificiais, cujas tecnologias já foram utilizadas pelos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Japão” disse Hoagland.

“Os americanos trouxeram para a Terra um segredo surpreendente descoberto durante a permanência dos astronautas na Lua, e mantiveram este segredo de forma confidencial durante anos”.

O jornalista espanhol Pepe Ortiz confessou que o ex-chefe de telecomunicações da Apolo 11, o engenheiro americano Alan Davis, também havia comentado sobre os supostos materiais selenitas referidos por Hoagland.

“A NASA possui restos dessas ruínas, os quais já foram analisados”, assegurou Ortiz no programa de televisão Quarto Milênio.

NASA escondeu prédios lunares

20 DE JULHO DE 1969: O QUE NUNCA FOI VISTO

A base coordenada pelo engenheiro Alan Davis, situada nas ilhas de Antigua, era responsável por retransmitir o sinal proveniente da Apolo 11 para a base de Houston, nos EUA.

A existência de um gap, um atraso de 10 segundos na retransmissão, permitia a Davis cortar o sinal ante qualquer eventualidade, antes que esta chegasse às telas de TV.

Em poucas palavras, absolutamente tudo o que a NASA quis omitir durante a viagem da Apolo 11 não chegou aos olhos de milhões de telespectadores ao redor do mundo.

Os segundos de atraso com a base de Houston foram efetivamente aproveitados quando Davis censurou a transmissão do sinal depois que as instalações em ruína apareceram na tela de seu monitor.

Desta forma, a verdadeira finalidade da missão Apolo 11 iria ficar oculta da opinião pública durante 45 anos. No entanto, aquela informação valiosa acabou saindo das mãos de muitos dos maiores personagens envolvidos no encobrimento.

Em particular, o próprio Alan Davis que, depois de sua aposentadoria, decidiu passar os últimos dias de sua vida na Espanha para se converter em uma das peças-chave para revelar o segredo espacial.

“Poderia ser uma civilização que vivia na Lua”, narrava Davis muitos anos depois do 20 de julho de 1969.

“Havia ruínas que não podiam ser simplesmente uma rocha em cima da outra, lacunas que podiam ser janelas ou portas e vários tipos de portais. Uns começavam ao nível de um metro de altura, como janelas, e outros mais largos ao nível da terra se assemelhavam a portas”.

NASA ocultou edifícios lunares

FOTOS ADULTERADAS ESTIMULAM POLÊMICA

Ken Johnston, ex-diretor da Seção de Conservação de Fotos do Laboratório da NASA, foi outra pessoa que sacudiu a comunidade científica ao declarar abertamente que muitas fotos da missão Apolo haviam sido alteradas antes de sua publicação, e que muitas outras foram destruídas.

Segundo Johnston, em muitas delas é possível observar claramente como certos monólitos e outras construções foram apagadas das fotografias de forma desajeitada com uma lâmina e um aerógrafo.

Muitas também foram submetidas a um tratamento que ironicamente foi apelidado como o “Photoshop” daquele tempo.

Em diversas outras imagens, mediante o uso de software gráfico, centenas de aficionados acreditam poder “recuperar” visualmente as estruturas apagadas antes de a NASA difundir as fotos.

Sobre os múltiplos “arco-íris” que aparecem nas imagens lunares, Richard Hoagland revela que este efeito é causado por cúpulas de cristal refletidas sobre o satélite, todas pertencentes a uma “civilização extraterrestre desconhecida”.

“Na Lua não há água, não há atmosfera e não há impurezas que se depositam no cristal para tornar frágeis as estruturas. Então, o cristal se transforma num material estrutural” disse ele. “Quando construções de cristal são erguidas na Lua, são 20 vezes mais fortes que o aço”.

Outro personagem-chave na polêmica de imagens, seria o sargento da Força Aérea dos EUA, Karl Wolfe, designado para uma base na Virginia como arquivista de fotografias obtidas da órbita lunar.

Segundo Wolfe, enquanto trabalhava na base, teve a oportunidade de apreciar muitas imagens controversas referentes ao lado escuro da Lua.

“Pude ver figuras geométricas, torres, construções esféricas muito altas e estruturas parecidas com pratos de radar, porém de proporções colossais”, garantiu o militar.

Com Leonardo Vintiñi, na Epoch Times

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