Adeptos do sadomasoquismo são mais normais do que se pensa

COM A SAÚDE MENTAL TOTALMENTE EM DIA

Fantasias Sexuais

Muita gente acha maluquice e se assusta ao descobrir, na hora do vâmuvê entre quatro paredes, que @ nov@ parceiro@ é chegad@ numa sessão sadô e outras excentricidades durante a relação sexual.

Talvez seja hora de quebrar esse tabu: uma corrente científica diz que os adeptos do sadomasoquismo ou que possuam gosto por práticas íntimas consideradas diferentes podem estar com a saúde mental perfeitamente em dia.

Essa nova informação bate de frente com o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, muitas vezes apelidado de “bíblia da psiquiatria”.

Diz ele que os praticantes do sexo não-convencional seriam portadores de transtornos ou distúrbios psicológicos, classificando-os com fixação sexual incomum.

Agora, os psicólogos da Nyenrode University Business, na Holanda, declararam ao portal LiveScience que acham a inclusão no Manual como algo estigmatizante.

MENOS NEURÓTICOS E PARANOICOS

O novo estudo foi publicado no Journal of Sexual Medicine, onde os participantes responderam a questionários. Os participantes não sabiam a verdadeira intenção do estudo que fez inúmeras perguntas sobre a personalidade, sensibilidade à rejeição, estilo de relacionamento, bem-estar geral etc.

Ficou demonstrado claramente que os praticantes do BDSM não eram diferentes do resto da população, apresentando um comportamento mais aberto, extrovertido e com experiências conscientes.

Eles também demonstraram ser menos neuróticos, um traço que é bastante característico da ansiedade entre as pessoas consideradas “normais”.

Os praticantes destes hábitos também mostraram grande tolerância à rejeição, algo que os paranoicos costumam sentir, pensando que as pessoas não gostam deles.

Quem busca práticas íntimas diferenciadas possui elevados níveis de bem-estar e segurança pessoal dentro dos relacionamentos, segundo os cientistas holandeses.

Os participantes mostraram-se mais saudáveis psicologicamente do que o restante da população, mas a pesquisa também relevou que a consciência por uma necessidade em práticas sexuais incomuns, em contrapartida, pode levar à frustração e menos relacionamentos emocionais.

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