A tecnologia nos torna menos humanos ao dominar nossas vidas?

SOZINHOS JUNTOS

A Cachaça da Happy Hour

Discussão boa é sobre a transformação acelerada que os dispositivos eletrônicos estão provocando na forma como agora nos comunicamos, não só através dos aparelhos mas também pessoalmente.

Como se observa na atualidade, parece que as pessoas preferem jogar, checar emails ou responder um SMS no celular a conversar com um companheiro ao lado. Sexo, então, nem pensar… pelo menos para a galera mais jovem, que prefere ir para a cama com um smartphone.

Enfim, ocupadas com aplicativos, games, internet banking e outras atividades que a mobilidade adiciona ao caminho, as pessoas não olham mais ao redor e nem para cima, só para baixo.

Redes como o Facebook mais isolam do que unem, segundo um número crescente de estudiosos. O uso da internet estaria modificando nosso modo de pensar, para nos tornar menos capazes de digerir quantidades de informação grandes e complexas, como livros e artigos mais técnicos.

Pessoas usando smartphones

A mídia social e sua parafernália cibernética produziram uma geração de slacktivists (ativistas frouxos), segundo Sherry Turkle, professora do MIT, em seu livro Alone Together (Sozinhos Juntos), que está liderando o ataque contra a era da informática.

A escritora, neste ponto, é radical mesmo. Ela diz os Faces da vida tornaram as pessoas preguiçosas e consagraram a ilusão de que clicar com o mouse ou dar umas dedadas nas telas touchscreen são uma forma de ativismo equivalente às doações em dinheiro e tempo no mundo real.

O perigo é que a tecnologia ameaça dominar nossa vida e nos tornar menos humanos. Sob a ilusão de permitir uma melhor comunicação, na verdade nos isola das verdadeiras interações humanas, em uma ciber-realidade que não passa de uma pobre imitação do mundo real.

É o que procura advertir, no vídeo Disconnect to Connect, a empresa tailandesa de tecnologia DTAC. Não deixe de assistir.

Grudados no celular

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